Você já parou pra pensar O que é o Brincar na vida do seu filho? Eu confesso que nunca tinha dado a atenção necessária a esse verbo conjugado de forma tão intensa na infância. Afinal, brincar é coisa de criança e quanto mais a criança brinca melhor pra ela. Nunca parei pra pensar o que essa “coisa de criança” podia representar na vida dela até o dia em que fui conhecer as 88 escolas finalistas do selo Aqui se Brinca, do projeto da OMO em parceria com Instituto Sidarta, em setembro deste ano. Conheça mais sobre o projeto e as escolas que valorizam o brincar no Estado de São Paulo neste link aqui.
Fiquei encantada com o trabalho da Renata Meirelles, Claudia Siqueira, Soraia e Terezita. E percebi que o Brincar precisava urgentemente ser espalhado também dentro de casa antes que o resgate da amarelinha, pular corda, cantiga de roda, jogar pião tornassem as únicas referências de brincadeiras e, o pior, de responsabilidade única e exclusiva da escola. Então, resolvi propor o tema para próximo concurso cultural do Desabafo de Mãe com os blogs Mulheres na Rede. E a maioria das blogueiras topou: Renata, Luana Menezes, Lu Ivanike, Ana Laura, Simone Miletic, Graziela e Ana Cláudia.
A brincadeira começa agora e a regra é simples: basta conversar com os sete blogs citados, que estão promovendo o concurso “Você brinca com seu filho” e ainda escrever um desabafo aqui no site, respondendo a pergunta acima a partir da sua experiência. Afinal, qual é a brincadeira que você realmente adoraaaaaaaaa compartilhar com seu filho?
Opa! Peraí, você percebeu que não existe nenhuma brincadeira preferida entre vocês. Por quê será? Que tal escrever sobre essa análise no seu blog ou aqui no site. Não se esqueça que desta vez não vamos considerar posts em blogs que não cita o concurso Você brinca com seu filho com seus respectivos links, ok?
Você sabe exatamente aquilo que seu filho adora brincar, mas não se lembra o quanto já compartilhou disso com ele. De repente, essa é a brincadeira em que ele explora sua própria autonomia. Mas, tenho certeza absoluta de que nossos filhos adoram muito mais as caixas dos brinquedos que aqueles robôs que fazem de tudo pelo controle remoto, certo?
Hummmmm, coisa maluca, né. Será que todas as crianças são iguais ou o brincar exige coisas simples de ser manuseadas, exploradas e inventadas? Essa lição foi que a Renata Meireles me deixou quando citou, durante o evento Aqui se Brinca:“Brincar é a maneira por meio da qual a criança aprende o que ninguém pode ensinar”. Exemplo?
No vídeo da apresentação da Renata (veja o vídeo), aparece um garoto enchendo uma garrafa pet de areia com uma pá e, esse garoto vai descobrindo que pode encher a garrafa com ajuda dos amigos e com diferentes ferramentas ( tampa de garrafa, caneca, outra pá) e quando todos conseguem encher a garrafa, eles descobrem que ela está pesada e ao jogar toda areia no chão, descobrem a garrafa vazia. Mas a lição do pesado ou leve não chega perto da lição de trabalhar em equipe com diferentes pessoas e de diferentes maneiras. Brincar ensina diversidade e respeitar o outro.
A Renata, Claudia, Terezita e Soraia, do projeto Aqui se Brinca, me ensinaram muito mais, mas antes de registrar aqui a pesquisa e as lições assimiladas, durante evento, acho importante a gente desabafar tudo sobre o brincar, os brinquedos, o brincar na escola, o brincar na web, a importância do brincar, o desafio de brincar, enfim, vamos fazer nosso debate de mães na rede de blogs. Escreva, desabafe, participe, comente porque além de aprendermos juntas sobre o brincar, os concursos culturais ainda sorteiam prêmios para os melhores comentários feitos nos blogs e para melhor texto escrito aqui. O concurso Você brinca com seu filho começa agora e vai até dia 11 de dezembro. Topa essa brincadeira?
Tentarei responder a pergunta do concurso “Tentarei responder a perguntar do concurso “você brinca com seu filho?” deste site Desabafo de Mãe. Quando me tornei mãe, além de ganhar muita experiência e amadurecer com as tarefas que a maternidade exige, pude também resgatar a criança que ainda existe em mim. O fato é que um bebezinho dentro de casa alegra a nossa vida e nos faz buscar, dentro de nós, as pequenas coisas que podem fazê-los felizes. Hoje, meu filho tem um ano e sete meses. Trabalho o dia todo e tento fazer das poucas horas que passamos juntos as melhores horas do seu dia. Portanto, ao chegarmos em casa, sou completa dele. E é claro que eu brinco com meu filho. De tudo um pouco! A melhor de todas é brincar de esconde-esconde. Ele me procura por toda casa e quando eu apareço e digo “Te achei”, ele corre sem rumo, rindo sem parar. Ele também se esconde, mas sempre no mesmo lugar! Eu, para não estragar a brincadeira, faço o maior suspense até achá-lo. E quando o encontro atrás do sofá, ganho o mais lindo sorriso do mundo. E a brincadeira sempre recomeça... Brincamos também de fazer cabaninha debaixo dos cobertores, com direito a lanterna e tudo mais. Quando o papai não está em casa, aproveitamos até para dançarmos juntos. Da musiquinha de abertura dos “Backyardigans” até um velho sucesso de Caetano Veloso, vale tudo. Existem as brincadeiras tradicionais também. Montamos e desmontamos as peças do lego, construindo torres, casinhas, estradas... o que a nossa imaginação permitir. Com os gizes de cera, rabiscamos o caderno de desenho e, um amontoado de linhas retas podem até ser o papai! A leitura diária também se torna uma brincadeira quando surgem as vozes e os personagens ganham vida. Além disso, nos dias de sol, até dou os meus chutes de artilheira, embora nunca tenha jogado uma única partida de futebol. Também canto para ele e ensino todas as canções infantis que a minha memória me permite lembrar, com coreografia, inclusive. Durante esses momentos, toda tensão do meu dia-a-dia vai embora. A intimidade com o meu filhote aumenta. E, além disso, tenho certeza de fazê-lo mais feliz.
ocê brinca com seu filho?” do site Desabafo de Mãe. Quando me tornei mãe, além de ganhar muita experiência e amadurecer com as tarefas que a maternidade exige, pude também resgatar a criança que ainda existe em mim. O fato é que um bebezinho dentro de casa alegra a nossa vida e nos faz buscar, dentro de nós, as pequenas coisas que podem fazê-los felizes. Hoje, meu filho tem um ano e sete meses. Trabalho o dia todo e tento fazer das poucas horas que passamos juntos as melhores horas do seu dia. Portanto, ao chegarmos em casa, sou completa dele. E é claro que eu brinco com meu filho. De tudo um pouco! A melhor de todas é brincar de esconde-esconde. Ele me procura por toda casa e quando eu apareço e digo “Te achei”, ele corre sem rumo, rindo sem parar. Ele também se esconde, mas sempre no mesmo lugar! Eu, para não estragar a brincadeira, faço o maior suspense até achá-lo. E quando o encontro atrás do sofá, ganho o mais lindo sorriso do mundo. E a brincadeira sempre recomeça... Brincamos também de fazer cabaninha debaixo dos cobertores, com direito a lanterna e tudo mais. Quando o papai não está em casa, aproveitamos até para dançarmos juntos. Da musiquinha de abertura dos “Backyardigans” até um velho sucesso de Caetano Veloso, vale tudo. Existem as brincadeiras tradicionais também. Montamos e desmontamos as peças do lego, construindo torres, casinhas, estradas... o que a nossa imaginação permitir. Com os gizes de cera, rabiscamos o caderno de desenho e, um amontoado de linhas retas podem até ser o papai! A leitura diária também se torna uma brincadeira quando surgem as vozes e os personagens ganham vida. Além disso, nos dias de sol, até dou os meus chutes de artilheira, embora nunca tenha jogado uma única partida de futebol. Também canto para ele e ensino todas as canções infantis que a minha memória me permite lembrar, com coreografia, inclusive. Durante esses momentos, toda tensão do meu dia-a-dia vai embora. A intimidade com o meu filhote aumenta. E, além disso, tenho certeza de fazê-lo mais feliz.
Suzana, que delícia ler seu relato cheio de emoção e brincadeiras. Parece até que está contando uma história de filme, feliz, mágica, de tão boa parece que é magia. Ou seja, vc mostra a felicidade nessas atividades corriqueiras. Acho que criança em casa nos faz feliz por isso. eles nos permitem ser inseridos no mundo da fantasia, da brincadeira. Ou seja, eles são um alerta para sermos felizes, né. quando eles vão crescendo, eles continuam querendo brincar de coisas que exigem ainda mais nosso esforço físico e mental, mas eles não são mais tão indefesos e pode compreender que vc está cansada, aí minha amiga começa o desafio. pq a gente não está acostumado a ser feliz, a gente tá acostumado a cumprir regras do mundo capitalista, né! ichi acho que viajei demais. obrigada pela participação, querida!
Se eu brinco com meu filho?
Não sei!!!!
Não sei se ela brinca comigo , ou se sou eu quem brinco com ela...
Vou contar uma história ..
Era uma vez, um lindo jardim,
Onde se plantava de tudo sim,
Rosas, lírios, copos de leite...
Tudo cuidadinho sim,
Cuidava tanto ,que um dia percebi,
Que algo faltava ali,
Então falei com papai do céu
Para me ajudar sim, pois sozinha
Jamais conseguiria plantar o que faltava ali...
Então um dia...
Do céu caiu uma sementinha,
Pequena, pequenininha, que ali no meu jardim germinou,
E com muito carinho, amor e cuidado, ali brotou.
Cresceu, cresceu, cresceu até que um dia, ela se formou,
Na mais bela florzinha do meu jardim Isabelle , assim se chamou.
Brincar com a Isabelle no jardim de nossas vidas é como entrar numa terra encantada, onde busco resgatar aquela menina arteira que nuca deixou de morar aqui , dentro de mim.
Anteontem fui um cavalinho, cavalgando pela casa com minha “amazona” agarrada ao meu pescoço, ontém dançamos em nossa discoteca particular ( nossa sala) até cair no chão de tanto rir, hoje somos cozinheiras, fazendo comidinha no meio da sala, e com panelas de verdade, fizemos sucos, se folhas de revistas, ensopado com móbiles , e nossos pratos são potinhos de plásticos, tudo regado ao som dos backyardgans e Hi5, e para provar nossos pratos... Vicky , nossa cadela que não poderia faltar.
E amanhã, sei lá , podemos ser quem quisermos, quem sabe, montar uma caverna, chutar bola, correr atrás da Viky, assistir desenho, ler livrinhos de história ou simplesmente sermos Simone e Isabelle, mãe e filha .
Então é isso , meu nome Simone, tenho 35 anos, sou mãe da Isabelle e da Vicky, que fazem parte do meu jardim , o jardim da vida, que para ser cultivado, devemos sempre brincar , brincar de qualquer coisa , rir muito, chorar as vezes , e sermos felizes sempre.
B- om
R- ir
I- maginar
N- unca
C- riar
A- mar
R- imar
Um beijo a todas..
E vamos brincar!!!
assim que o gui entrou na escola seu interresse em brincar cresceu muito....hoje ele olha pra mim e fala mamãe quer brincar comigo????eu digo vamos brincar de quê, e seu sorriso se torna tão irradiante que sempre respondo do que vc quiser...e ai a farra começa, ele adora brincar de jogar as almofadas e de desenhar....as vezes ficamos horas desenhando, brincamos também de carrinhos ele adora e assim foi suplindo a falta que ele sente de ter uma outra criança para brincar com ele, pois no prédio onde moro a uma certa carência de crianças,e resumindo brimco sim com meu filho e adoro, pois quando criança meus pais nunca brincaram comigo, hoje faço com o gui tudo o que gostaria que eles tivessem feito comigo,,,,,,,,,um abraço a todos.....