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Como as mães estão invadindo o marketing digital


Com idades entre 25 e 49 anos, existem 8,7 milhões de mães digitais, ou mães conectadas, Ativa, a mãe digital gosta de administrar sua vida familiar. No escritório, em casa ou no carro, ela está constantemente em contato com a Web para satisfazer facilmente todos os seus desejos. Ela se conecta pelo menos uma vez por semana. A Internet é a plataforma ideal para essa mulher ocupada e ocupada … que quer acima de tudo economizar tempo. Se você estiver procurando uma agência de marketing digital em bh , existem ótimas opções.

Sobre-representada na região de Paris, mas também presente em regiões rurais, a mãe digital gosta particularmente do “feito à mão”, além de compartilhar e vender online suas criações. Presa aos valores do consumo eco-responsável – ela gosta de produtos em segunda mão -, a mãe conectada também é sensível à inovação.

Ele combina os universos virtual e real e se posiciona como o novo ator na economia online e offline. Para ela, a Internet é antes de tudo uma fonte de entretenimento e informação. Para atingir esse objetivo, por meio de uma campanha de marketing de relacionamento, os profissionais de marketing devem respeitar alguns princípios. Caso contrário, eles acabarão sendo repolho branco.

1. IDENTIFICAR MÃES CONECTADAS

Uma vez que não é habitual, é melhor ter uma base de dados de qualidade e menos volumosa, do que uma abundância de contactos e fontes de spam. Fatima Aliane, gerente de data mining da Acxiom, empresa de serviços de marketing especializada em direcionamento e personalização em mídias e canais interativos, recomenda “multiplicar os mecanismos de coleta e evitar a coleta de informações apenas por meio de jogos de competição “. Uma maneira de evitar a coleta de muitos endereços de “lixo”.

Trabalhar os critérios de idade e comportamento é fundamental para apreender adequadamente essas mulheres. Porque, dentro de casa, são eles que decidem as compras do dia a dia (alimentação, roupas, etc.) e as férias. Além disso, são prescritores de grandes compras familiares nos setores imobiliário, de seguros e automotivo. Às vezes, os anunciantes diferenciam dois tipos de mães digitais: a mãe conectada (CSP +, urbana, seguidora de vendas privadas) e a dona de casa digital (periferia, acesso mais difícil à conexão).

2. OBSERVE O COMPORTAMENTO SURFANTE

Para conhecer os interesses da mãe digital, é melhor vasculhar sua navegação na web. Todos os tipos de assuntos devem ser estudados pelos profissionais de marketing: saúde, moda, lazer, distribuição em massa, etc. A ideia é definir o modo de busca do internauta e seu comportamento online para refazer sua jornada de compra. A história do surf é obviamente estudada com a mesma atenção.

Assim, se uma mulher consulta artigos para bebês, toda a página consultada será estudada para melhor compreender a mãe e suas áreas de interesse. “A partir dessas informações, criamos o perfil da mãe digital”, explica James Feuillet Palma, diretor comercial da Specific Media France. Portanto, tudo é feito exclusivamente com base em sua navegação e comportamento na web.

3. OUÇA O PÚBLICO DOS SITES CONSULTADOS

“Em média, a mãe digital consulta 150 sites por mês”, comenta James Feuillet Palma (Mídia Específica). Ela surfa principalmente em sites de culinária, compras e comparação de preços. Dependendo da época do ano, seus interesses variam. A volta às aulas, por exemplo, a mãe de família prefere consultar sites de seguros, material escolar, telecomunicações, etc. Os públicos são identificados marca por marca, a fim de segmentar as necessidades do público-alvo. Os anunciantes devem, é claro, garantir a ergonomia do site para reter essas mães conectadas e ter uma oferta ou um dispositivo que lhes economize tempo. Muitas recorrem a uma agência de marketing digital para ajudar em suas tarefas.

INFO + A
MÃE DIGITAL ESTÁ SUBSTITUINDO FAMÍLIAS COM MENOS DE 50 ANOS?

Uma nova cara da publicidade, um novo target universal: a mamãe digital traz uma visão da dona de casa com menos de 50 anos muito mais sintonizada com a realidade de nossa sociedade. Para James Feuillet Palma (Specific Media), “o nome ‘dona de casa com menos de 50 anos’ está fora de moda”. A mãe digital está em permanente conexão com as marcas. Responsiva, ela gosta de interagir com a comunidade de consumidores. “Com o advento da televisão conectada, a mãe digital tende a substituir as donas de casa com menos de 50 anos”, explica James Feuillet Palma (Specific Media). Ativa no mundo físico e digital, a digital mum está no centro das ações de marketing desenvolvidas pelos anunciantes.

4. TRABALHE NA SUA CONSCIENTIZAÇÃO E SOCIALIZAÇÃO

Então chega a hora de gerar notoriedade. Por isso, é preferível divulgar a informação em diversos formatos, para poder guiar as campanhas. “Os profissionais de marketing podem, por exemplo, oferecer assinaturas femininas de newsletters alinhadas aos temas tratados pelas marcas”, explica Mario Roche, gerente de desenvolvimento de produtos da Acxiom. O objetivo? Comunique-se sobre a marca e envie várias mensagens dependendo de onde a pessoa mora

Para despertar o interesse da digital mum, é aconselhável utilizar o formato “kpsule” que permite que um simples anúncio seja transformado em um mini site completo, acessível diretamente do site de uma editora. A mãe pode então coletar todas as informações sobre a marca ou o anunciante. “Uma maneira de melhorar o envolvimento do consumidor com as marcas”, explica James Feuillet Palma (Mídia específica).

Porém, uma advertência: os mini sites só funcionarão bem com eles se anunciarem um produto, e não vendê-lo. De fato, as mães digitais serão mais receptivas se o mini spot estiver no centro de um sistema de retransmissão e se direcionar a seus apetites.

5. USE O E-MAILING PARA UM BOM USO

Porém, não devemos esquecer o e-mail, sujeito a mantê-lo bem para desenvolver estratégias de conquista e, assim, enriquecer o banco de dados. “As mães digitais são sensíveis ao e-mail, principalmente quando se trata de promoções ou novos serviços”, afirma Fátima Aliane (Acxiom). Portanto, preste atenção ao uso que será feito dele.

Os anunciantes também devem considerar cuidadosamente o momento certo para enviar seu e-mail “Observamos três picos de conexão: pela manhã, entre 8h e 9h, ao meio-dia e à noite, um momento particularmente privilegiado, durante o qual essas mães conectadas trocam e interagem mais com as marcas ”, continua Mario Roche (Acxiom).

É, portanto, à noite, a partir das 20h, que as campanhas de e-mail registram as maiores taxas de cliques e de abertura.

6. GERAR TRÁFEGO ATRAVÉS DE REDES SOCIAIS

Toda a aposta consiste então em manter a pressão de marketing ao máximo. Para conseguir isso, os anunciantes não devem economizar no buzz. O Facebook mostra-se assim um excelente canal para atingir este objetivo. “Recomendamos que as marcas coloquem o botão ‘Curtir’ em seus produtos”, explica Fátima Aliane (Acxiom). As mães digitais gostam de acompanhar as novidades da marca, compartilhar suas últimas compras e deixar sua comunidade saber os melhores endereços ou as últimas dicas.

FOCUS
Os perfis das mães digitais

Algumas agências fizeram uma classificação muito precisa das mães digitais. Assim, KR Media e WebMediaGroup definem quatro categorias de mães conectadas, de acordo com seu comportamento na Web, seu uso da Internet e sua opinião sobre esse meio.
– A “Practical Digital Mum” (18% das mães digitais) usa a web para encontrar informações práticas: ofertas de emprego, anúncios de imóveis, etc.
– A “Mãe Digital do Shopping”utiliza principalmente a Internet para as compras do dia a dia (alimentos, produtos ou serviços) ou para realizar procedimentos administrativos, declarar impostos, consultar planos, mapas / rotas. É particularmente atraente para sites com forte reputação por suas compras. Esta categoria representa 26% das mães digitais.
– A “Social Digital Mum”, que representa cerca de um terço das mães digitais, está muito presente nas redes sociais mas compra pela Internet metade do que o “Shopping Digital Mums”. Com razão, consome principalmente conteúdo de mídia (TV, imprensa e rádio) e usa a Internet pelo seu lado prático e divertido.
– A “Mãe Digital Social e de Compras”(23% das mães digitais) é o perfil típico da mãe frequentemente conectada que participa ativamente de chats, fóruns. Muito presente nos sites da comunidade, gosta da Web 2.0 (leilões online, sites de vendas colaborativas, etc.). 73% dessas mães querem comprar ainda mais coisas na internet. Eles se leem e se expressam pela internet e permanecem atentos às ações das marcas no digital.

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